Rogue One

| 08 janeiro 2017 |
Jyn Erso viu a mãe ser assassinada e o pai levado quando era apenas uma criança. Já uma mulher adulta, ela era prisioneira do império, por mais que eles não soubessem quem realmente tinham em mãos. Ao ser resgatada pelos rebeldes, ela descobre que seu pai foi levado por ser o principal responsável pela construção de uma super arma. Agora, ela deveria ajudá-los a entrar em contato com um piloto desertor, que teria em mãos uma mensagem muito importante, talvez a única esperança da galáxia.

Alguns universos são tão fantásticos que parecem criar vida própria, crescem sozinhos e começaram a tomar direções que nós nunca imaginaríamos. Como uma fã de todos os episódios da saga “Star Wars”, devo dizer que esse filme é emocionante, talvez até um pouco chocante, mas que nos transporta para um mundo onde a força está sempre conosco.

Nunca parei para realmente pensar como os rebeldes conseguiram as informações necessárias para que houvesse uma esperança de se destruir a Estrela da Morte, mas isso é devidamente explicado nesse filme. Com novos personagens, sem a presença de jedis (pelo menos daqueles que se mantiveram no lado bom da força), mas com a aparições muito especiais e marcantes, temos uma narrativa única, singular, que começa e termina sua história de forma fantástica e define um novo começo para o episódio IV.

Jyn perdeu toda a sua família na guerra do império com os rebeldes, portanto, nunca teve interesse em se juntar a nenhum dos dois lados, até descobrir que seu próprio pai, que trabalhava para o império, mesmo que tenha sido obrigado a isso, nunca tinha desistido de construir uma galáxia em que sua filha merecesse viver. Por mais que ele tenha construído a arma mais temida, a Estrela da Morte, também criou uma forma de que ela fosse destruída. A grande missão da protagonista, e de seus aliados, é levar essa informação para os rebeldes, a grande esperança de que eles necessitam para continuarem firmes nessa guerra.

Fiquei muito impressionada com a forma com que a história da protagonista foi conduzida. Pelos trailers, parecia que sua inserção na guerra seria um tanto forçada, exatamente por ela ocupar o papel principal, mas o que encontramos nos cinemas é um roteiro muito bem conduzido, onde as razões de Jyn são muito bem desenvolvidas, suas escolhas encaixadas com perfeição e todos os acontecimentos sempre a levam em direção ao papel principal. Achei fantástico ver uma personagem tão forte, decidida e valente e que, mesmo sem um sabre de luz, pode fazer uma revolução no império.

O desfecho desse filme é realmente chocante. Ainda não me recuperei de algo que, se formos analisar, não poderia ter terminado de outra forma. Quando se constrói uma história que já possui uma sequência, não podem existir fatos que entrem em contradição com o que já nos foi apresentado, porém, não posso deixar de sofrer e vibrar com o fim desse filme.

“Rogue One” é um filme para fãs da saga. Se você mora em alguma galáxia muito, muito distante, e nunca viu um filme da série, provavelmente ficará totalmente perdido na narrativa, porém, para os fãs, ou aqueles que admiram muito jedis, rebeldes, império e até o lado negro da força, esse filme é imperdível.

4 comentários:

  1. Jana!
    Já ouvi sim falar, mas nunca acompanhei nada.
    Vou espiar por ai para ver se consigo assistir.
    “A dúvida é o princípio da sabedoria.” (Aristóteles)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
    TOP Comentarista de JANEIRO dos nacionais, livros + BRINDES e 3 ganhadores, participem!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ah, que pena, Rudy :D
      Star Wars é genial.
      Beijos!!!

      Excluir
  2. Não consegui ver :(((( super triste,agora esperar sair em dvd

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que pena, Victória :(
      Depois me conte o que achou.
      Beijos!!!

      Excluir