A Chave de Bronze

| 14 janeiro 2018 |
Parece que finalmente as coisas estão ficando normais na vida de Call. Após a derrota do Inimigo da Morte, todos estão se sentindo seguros. Call já não pensa tanto sobre seu lado “mal” ou pelo menos tenta não pensar e aproveita as férias em sua casa ao lado de seu pai e Aaron.

Porém em uma festa promovida pela Assembleia para homenagear Call, Tamara, Aaron, Jasper e Alastair, os mesmos descobrem que há um espião no Magisterium e que o mesmo deve ser capturado, mas o pior da festa é o ataque que ocorre a Call e a morte de uma estudante.

Devido as circunstâncias Aaron e Tamara começam a desconfiar que alguém sabe a verdadeira identidade de Call e por isso o mesmo foi atacado. Enquanto a desconfiança está em todas as pessoas, ainda há o problema que com a derrota de Madden, os Makaris não são mais necessários e começam a ser temidos devido ao seu controle da magia do Caos. Call até fica sabendo que na Europa se um Makar é encontrado, o mesmo é morto.

Contudo, mesmo após todo esse tumulto os meninos retornam ao Magisterium para o seu ano de Bronze, tentando levar os estudos da melhor maneira possível, mesmo com tantos problemas pairando como uma nuvem negra sobre suas cabeças.

A capa desse livro segue o estilo de seus antecessores, mas dessa vez Tamara é o centro da capa. Gosto muito dessas mudanças nas capas, indicando como os três protagonistas são importantes. É possível também reparar no crescimento das personagens se compararmos da primeira até a terceira capa.

O livro passa por diversos pontos de revira voltas na história e o final é incrível. Nunca imaginaria que as autoras tivessem audácia para tanto, porém as mesmas adoram finais surpreendentes para essa série, basta analisar os finais de “O Desafio de Ferro” e “A Luva de Cobre”. Mas esse final... Nossa! Termina o livro e você fica pensando “Cadê a continuação? ” Muita ansiedade para o quarto livro dessa série.

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