A Menina Que Tinha Dons

| 21 março 2017 | Nenhum comentário:
“ - Está tudo bem – diz ela, fraca. – Eu não mordo.
Era para ser uma brincadeira. Do outro lado da porta, a Srta. Justineau chora.”

Você gosta de livros sobre zumbis? Bom, eu também não gostava muito, até ler esse livro.

Imagine uma criança, aparentemente comum, mas que vive dentro de uma cela, só sai de lá completamente amarrada e todos parecem ter medo de ficarem ao seu lado. Ela é curiosa e gentil, inteligente e amável, contanto que não sinta o cheiro de carne humana.

O autor foi realmente genial em criar essa história. Vários pontos de vista diferentes que nos fazem amar e ter medo de uma mesma personagem, em poucas páginas. Uma narrativa incrível e impactante.

A genialidade com que a história de “A Menina Que Tinha Dons” é passada para o leitor, não passa despercebida por ninguém. Goste ou não do tema, tenho certeza que você irá amar a nossa Dica da Semana.
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Primrose Everdeen

| 20 março 2017 | Nenhum comentário:
“E então eu a vejo, o rosto lívido, os punhos cerrados ao lado do corpo, caminhando com passos curtos e resolutos em direção ao palco. Ela passa por mim e vejo que a parte de trás da blusa escapou novamente da saia. É esse detalhe, a blusa para fora da saia formando um rabo de pato, que me traz de volta à realidade.
- Prim!”

Nesse momento, já estávamos apaixonados pela irmã da protagonista, uma criança doce e gentil, que consegue ser alguém justo, mesmo vivendo em um distrito onde mora o sofrimento. Alguém que conseguiu servir de inspiração para que sua irmã fosse o estopim necessário para mudar toda a sociedade desigual em que elas viviam.

Prim é uma das personagens mais amáveis que eu já tive o prazer de encontrar em livros. É impossível ler a série “Jogos Vorazes” e não se apaixonar por ela, por isso mesmo o último livro se torna uma facada no coração de qualquer fã.

Como não amar a nossa Personagem da Semana?
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A Bela e a Fera

| 18 março 2017 | Nenhum comentário:

Live Action da animação de 1991, "A Bela e a Fera" nos mostra a história de Bela, uma moça simples de um pequeno vilarejo que quer mais da vida do que apenas se casar. Como todos dizem no local, ela é uma moça estranha que gosta de ler e inventar.

Seu pai, Maurice, é preso por uma fera amaldiçoada ao retirar uma rosa de seu jardim e a mesma toma seu lugar para protegê-lo. Dessa forma, começa o relacionamento de Bela com a Fera, que no início não é dos melhores, mas, com o tempo, ambos veem as melhores características um no outro. 

O Castelo é perfeito, lindo e mágico, com todos seus habitantes transformados em objetos, é como ver um sonho virar realidade, o filme inteiro inclusive pode ser visto dessa forma. Todos temos a animação original como referência e podemos nos encantar com esse novo formato, de forma única. 

A Fera tem todas as características que queremos ver. No começo da narrativa, aparece bravo e sem coração, mas no fundo é um verdadeiro príncipe encantado que vai se mostrando cada vez mais conforme o decorrer da história. Um vislumbre do passado do príncipe, de sua infância, em uma nova canção, composta exclusivamente para o longa, nos mostra a dor real que corrói o coração de alguém que aprendeu um dia o que era ser verdadeiramente amado, e depois foi deturpado por um pai sem dignidade. É claro o seu arrependimento, pelo seu destino e pela forma como ele condenou pessoas que sempre estiveram ao seu lado.

As músicas são perfeitas e conseguem se transformar as cenas musicais em algo ainda mais impactante que a animação original, tocam seu coração desde a introdução, inclusive as novas canções que foram acrescentadas junto a cenas inéditas que aprofundam a história e o nosso conhecimento das personagens.

Emma Watson conseguiu incorporar uma Bela forte e com personalidade. Ela é muito parecida com a personagem original, mas também nos delicia com um toque maior de tenacidade, coragem e um espírito ainda mais aventureiro. Desde ensinar meninas a ler, se recusando a casar com Gaston, até tomando o lugar de seu pai em um destino, aparentemente, terrível. Não podia esperar algo melhor na adaptação de um clássico que tanto amamos.

Gaston é Gaston, um verdadeiro narcisista, orgulhoso e egoísta e que não mede esforços para ter aquilo que quer. Ele é um dos personagens mais incríveis durante o filme. Uma escolha realmente perfeita foi colocar Luke Evans como interprete do antagonista. Ele realmente incorporou o personagem e foi protagonista de um número musical realmente incrível. Ele é um personagem para ser odiado, mas é tão perfeito que eu impossível de não ser amado.

LeFou também é outro personagem que roubou a cena, ainda mais que na animação. Muito engraçado, e amigo fiel de Gaston, que claramente tem uma paixão platônica pelo mesmo, mas nada explicito ou vulgar, que justifique todo o rebuliço que tem que causado em torno do personagem. 

Tudo é perfeito nesse filme, se o mesmo tivesse quatro horas, assistiria sem piscar. "A Bela e a Fera" não é apenas uma adaptação de um filme tão querido, é a evolução dessa obra prima, um deleite para os fãs antigos e para os novos, que terão o privilégio de ver essa grande história em um formato ainda mais encantador. Durante a sessão inteira as pessoas suspiravam e, quando a mesma terminou, aplaudiram. Lindo demais!
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A Rosa e a Adaga

| 15 março 2017 | Nenhum comentário:
Sherazade e Khalid estão separados, por mais que seus corações estejam mais perto um do outro do que nunca. Agora que Shazi conhece a verdade, sabe os reais motivos de Khalid ter assassinado tantas jovens inocentes, ela faria de tudo para descobrir como acabar com aquela maldição e finalmente viver ao lado de seu amado Rei. Mas, para isso, ela teria que desafiar a tudo e a todos, inclusive sua própria família.

“A Fúria e a Autora” é um livro incrível, uma releitura única da história de “As Mil e uma Noites”. No primeiro livro da série, somos apresentados aos personagens principais e podemos acompanhar o amor que surge entre eles, mesmo com Sherazade sofrendo por estar desejando um monstro, até que ela descobre toda a verdade e se sente livre para entregar o seu coração para aquele que ela ama. Porém, não seria fácil, com uma maldição os rondando e ameaçando todos os habitantes de seu Reino.

Nessa sequência, conhecemos uma Sherazade ainda mais forte e corajosa. Uma mulher que teria coragem de lutar, se ferir, enganar e até mesmo trair, por tudo aquilo que ela acreditava que fosse certo, para salvar o seu grande amor de um terrível destino. Ela não espera ser salva. Com a magia florescendo dentro de si, ela precisava controlar aquele poder, por mais perigoso que fosse. Enquanto isso, Khalid é um homem que sofre todos os dias, que tenta ajudar o seu povo, mesmo que incognitamente, e está disposto a abrir mão da mulher mais importante de sua vida, se isso for mantê-la viva.

Estava muito ansiosa para finalmente colocar as mãos nessa sequência. A autora, Renée Ahdieh, elevou uma história já conhecida a um nível que ninguém imaginária que ela seria capaz. Em “A Rosa e a Adaga”, a vida de uma moça não será salva com histórias e um Rei mostrará para o seu povo que ele pode ser algo muito além que o monstro que todos temem.

Khalid não pode mais proteger Sherazade, e ele teme isso. Agora, os dois devem batalhar lado a lado, como iguais. Vendo a sua magia crescer, Sherazade consegue as respostas que ela tanto buscou, mas ela jamais imaginaria o preço que teria que pagar para finalmente encontrar a sua felicidade.

Personagens pouco mencionados no primeiro livro, como Tariq, o primeiro amor da protagonista, Irsa, irmã de Sherazade e Rahim, par romântico de Irsa, são tão importantes, quanto apaixonantes, nessa sequência. Os personagens secundários são tão essenciais quanto os protagonistas para o desfecho da narrativa.

“A Rosa e a Adaga” é uma sequência maravilhosa para um livro que conquistou meu coração. Com muito mais ação, amor e tensão que o livro anterior, essa narrativa nos deixa com o coração na mão, a cada momento, sem saber qual será o destino de Khalid e Sherazade. Amei o final (por mais que meu coração quase tenha saído pela boca) e só posso desejar ler outros livros dessa autora que nos mostrou que tem o dom de lidar com as palavras.
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Se Eu Ficar

| 14 março 2017 | Nenhum comentário:
“E então, Adam vai ficar lá fora, me esperando. No começo, pensará que me atrasei. Como é que ele vai saber que, na verdade, que eu cheguei adiantada? Que cheguei a Portland hoje de manhã enquanto a neve ainda estava derretendo?”

Quem não gosta de uma linda história de amor? Quem não gosta de uns toquezinhos de drama e sofrimento? Se bem que a palavra “toquezinho” não combina com esse livro, que vai te levar as lágrimas, mas você vai amar.

Mia sofreu um acidente de carro com a sua família e seu estado é tão grave que ela está entre a vida e a morte. Ela nunca imaginou que estaria tão ciente de tudo à sua volta e que a escolha entre ficar ou seguir em frente estaria em suas mãos. Agora, Mia deve escolher entre ficar e suportar viver com a dor de tudo o que ela perdeu ou seguir em frente e deixar para trás um futuro promissor na música, além de tantas pessoas que a amam.

“Se Eu Ficar” é um livro que nos faz repensar alguns fatos em nossas próprias vidas. Aquela velha história que nós só damos valor a algo quando nós perdermos é tratada aqui de uma forma realmente cruel. Porém, apesar de todo o sofrimento, podemos sentir a força de alguém que cresceu conhecendo vários tipos de amor. Um livro sensível e encantador, uma leitura indispensável.
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Adam Wilde

| 13 março 2017 | Nenhum comentário:
“Então sinto a mão de Adam apertar ainda mais a minha, e é como se sua mão pudesse suportar o meu corpo inteiro. Como se pudesse me levantar da cama naquele momento. Então, ouço sua respiração profunda, e depois sua voz. É a primeira vez que realmente posso ouvi-lo.
- Mia? - pergunta ele.”

Que personagem fantástico seria esse capaz de fazer alguém que perdeu tudo em sua vida simplesmente ficar? Esse é Adam Wilde, vocalista e guitarrista da banda Shooting Star.

Adam é um personagem apaixonante. Ao ler o livro, nós ficamos tão entusiasmados e angustiados quanto Mia, perante a sua aguardada aparição. Enquanto Mia espera que ele finalmente chegue ao hospital, nós podemos conhecer a história do casal, como sua relação começou e o quão perfeito ele é. Perfeição essa enfatizada pelo seu desespero na possibilidade de perder o amor da sua vida.

Adam é um personagem encantador, mesmo em meio ao sofrimento, que é exatamente onde nós o encontramos no livro “Para Onde Ela Foi”. É impossível ter alguém como ele em sua vida e simplesmente decidir abandonar tudo, seguir em frente. Com ele ao lado de alguém, é possível ficar, com certeza. 
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Logan

| 12 março 2017 | Nenhum comentário:
Muitos anos após o último filme do universo dos mutantes, poucos deles ainda existem. Nenhuma pessoa mais nasce com dons especiais e, os poucos remanescentes, agora se escondem do mundo. Logan finalmente chegou a sua velhice, juntamente com todos os infortúnios que ela poderia lhe trazer. Com um trabalho comum e viciado em bebidas, ele apenas tenta manter o professor Xavier a salvo, mesmo que as suas feridas já não se curem como antes. Quando uma nova mutante aparece, uma criança, que teoricamente não deveria existir, algo dentro de Logan renasce e essa pode ser a sua última oportunidade de fazer o que é certo.

Quando fui ao cinema assistir “Logan”, imaginei que iria encontrar um filme melancólico, mas todos os sentimentos que me envolveram superaram muito apenas a melancolia. Começamos com o choque de encontrar um mundo onde todos aqueles mutantes que nós aprendemos a amar não existem mais. Logan é um homem amargurado, que parece estar apenas esperando por sua morte, e a de seu grande amigo, para que tudo finalmente termine. O professor Xavier não é mais aquele homem sábio, inteligente e o mentor de que todos necessitavam. Agora, ele é um homem que mal conseguia controlar sua mente, que vivia preso, para o seu próprio bem, e de todos aqueles a seu redor.

Eles vivem em uma situação tão inferior à que nos despedimos no último filme, uma escola cheia, repleta de alunos com dons especiais, onde formavam um verdadeiro lar, onde qualquer um poderia encontrar uma família, que é impossível não ficar desolada, sentir uma intensa tristeza, ao acompanhar suas vidas naquele momento.

Quando somos apresentados a mutante X-23, ou apenas Laura, a narrativa do filme mostra a que veio. Laura era apenas uma criança, mas não uma mutante comum. Ela havia sido criada em um laboratório, assim como outras iguais a ela. Não aguentando ver crianças vivendo naquela situação, sendo treinadas para virarem soldados, um grupo se reúne para ajudá-las a fugir. Laura tem os mesmos poderes de Logan, se recusa a dizer uma só palavra, mas é a esperança que o professor Xavier esperava, a única coisa que convence Logan a tentar mantê-la em segurança.

Esse, com certeza, é o filme mais violento dos mutantes. Sem nenhum tipo de disfarce na hora de mostrar as garras de Logan, ou da mutante X-23, dilacerando as suas vítimas, cabeças rolando, e um palavreado nem um pouco infantil, justificam a classificação indicativa do longa. Por outro lado, o filme é tão pesado, tão denso e sombrio, tão diferente do filme “X-Men”, lançado há 17 anos, que seria impossível fazer com que um filme como esse fosse voltado para o mesmo público.

“Logan” é um filme de despedidas, ou a fagulha de um novo começo. Os fãs dos mutantes ficarão com aquele sentimento de tristeza do começo ao fim do filme. É impossível assistir e não se emocionar ao encontrar a velhice, a falta de esperança e o final de personagens tão marcantes. Há 17 anos, fomos apresentados a esse mundo, nos cinemas, com cenas engraçadas, muita cor, personagens com toda uma vida pela frente e esperança. Agora, nos despedimos deles com um sentimento mais sombrio, mas com o filme mais grandioso e emocionante da franquia. 
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A Fila

| 10 março 2017 | 2 comentários:


“A Fila”, da autora Ana Esterque, é um tipo de livro que sempre me enche de contradições quando eu estou lendo. Livros de contos geralmente ou fazem com que eu não me prenda a história, ou fique frustrada pela narrativa ser curta demais e posso dizer que passei pelos dois extremos lendo esse livro.

O primeiro conto, que dá título ao livro, “A Fila” nos passa tão claramente os sentimentos de uma criança perante a responsabilidade que a mãe coloca em suas mãos, a tensão que ela sentia naquele momento e o medo de ser repreendida, que é impossível terminar não achando que foi abrupto, desejando saber o que aconteceu, se a mãe retornou, ou ao menos se a geladeira, pivô de toda a trama, foi realmente comprada.

Em “Boa noite, Isabella” estamos realmente na cabeça da personagem, durante seu jantar, ao encontrar com desconhecidos, aparentemente simpáticos, que a fizeram viver a maior violência de sua vida, por mais que ela, e consequentemente o leitor, não se lembre de nada do que aconteceu. A diagramação nesse conto tem um peso enorme, uma forma muito bem elaborada de deixar aquele momento em branco.

Em um dos meus contos favoritos, “Os Estrategistas” temos um autor (não sei se a própria autora do livro) em seu momento como Deus. Quando o autor é dono do seu próprio mundo, decide quem vive e quem morre, porém, o que pode acontecer quando um de seus personagens não está conformado com o seu destino? Genial e surpreendente. O único conto que não me deixou frustrada, querendo saber mais do que estava por vir. Teve um desfecho que realmente finalizasse a história.

No conto “Você não acha que ainda é cedo” conhecemos os moradores de um prédio, enquanto um homem deixa a sua casa, passa de andar em andar, mas apenas nós, leitores, realmente sabemos o que se passa em cada um daqueles apartamentos e a relação que os moradores tem uns com os outros, até o que homem finalmente chegue ao seu destino.

Todos os contos nos deixam com uma sensação de tensão, tristeza, mas, ver a autora colocando uma coelhinha como personagem principal, é de cortar o coração. O título desse conto não poderia ser mais perfeito. Em “Amor delicado” temos exatamente o sentimento do que é amar um animalzinho, o que é estar ao lado dele e vê-lo envelhecer, porém, ao invés do lado humano, vemos isso do ponto de vista do animal. Emocionante e genial.

A autora tem um grande conhecimento e domínio para transmitir o que é ser humano, ou o que se passa na alma humana. Fiquei impressionada com os sentimentos, pensamentos e a relação que eu consegui criar com os personagens, mesmo com cada história com tão poucas páginas, me deixando por muitos momentos com um gostinho de quero mais.
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Cidade dos Ossos

| 07 março 2017 | 4 comentários:
“Vivíamos em um casarão, no campo. Meu pai sempre dizia que era mais seguro estar longe das pessoas. Eu os ouvi passando pela estradinha e corri para avisar. Ele mandou que me escondesse, então me escondi. Debaixo da escada. Vi aqueles homens entrarem. Havia outros com eles. Não homens. Renegados. Eles renderam meu pai e cortaram sua garganta. O sangue correu pelo chão. Ensopou meus sapatos. Eu não me mexi.”

Nossa dica dessa semana é de um livro que já conquistou o coração de muitos leitores. Quem ama fantasia, com certeza sente o coração palpitar ao ouvir nomes como Jace, Clary, Magnus...

No livro “Cidade dos Ossos” acompanhamos Clary em busca de sua mãe que está desaparecida. Nessa jornada, ela irá descobrir um mundo repleto de seres sobrenaturais, que ela nunca imaginou existir, e que faz parte de um grupo denominado Caçadores de Sombras, que protegem os humanos de seres que eles nem ao menos conseguem ver.

“Os Instrumentos Mortais” é, sem sombra de dúvida, uma das minhas séries favoritas. Me apaixonei por esses personagens e esse mundo desde o primeiro livro. Para quem ama fantasia, encontrar um mundo tão fabuloso onde todas as histórias são reais é indescritível. Não deixe de ler!
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Sheldon Cooper

| 06 março 2017 | 2 comentários:
Quem assiste a série “The Big Bang Theory”, com certeza é apaixonado pelo nosso “Personagem da Semana”.

É impossível assistir a essa série e não se divertir horrores com esse nerd com uma inteligência fora de série, mas completamente sem noção. Sheldon é tão habilidoso usando sua mente, quanto não tem habilidade alguma para lidar com pessoas. Suas manias e criancices criaram um personagem incrivelmente divertido.

Quem aguentaria um amigo como o Sheldon? Tenho certeza que quase ninguém, porém, quando você começa a ver essa série, não consegue parar. Mas lembre-se, não sente no lugar do Sheldon, ele pode ser um pouco sensível quanto a isso.

Bazinga!
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