Adeus, Tóquio!

| 20 agosto 2017 | Nenhum comentário:
Aquela era a última semana de Sophia em Tóquio. A última semana com os únicos amigos que ela já teve em sua vida. Ela sentiria muita falta de Mika e David, sua paixão não tão secreta, mas estava disposta a aproveitar seus últimos momentos com eles, porém, a volta de um antigo amigo, atualmente alguém que ela sequer gostaria de ver, muito menos nesse momento, poderia tornar aqueles últimos dias ainda mais complicados. Ou, talvez esse retorno lhe abrisse os olhos, lhe desse esperanças para o futuro.

Esse livro narra a vida de uma adolescente, que, devido ao trabalho da mãe, já morou em vários países e está vivendo a sua última semana na única cidade no mundo em que ela conseguiu fazer amigos verdadeiros. Esses sete dias são passados para o leitor através de uma contagem regressiva, quantas horas faltam para que a vida da protagonista no Japão finalmente termine e a autora, Cecila Vinesse, faz isso de uma forma realmente genial.

A autora realmente consegue fazer com que o leitor crie empatia e um laço com os seus personagens, mesmo que o tempo de convivência durante a narrativa seja muito curto. Sophia nos passa a insegurança e as incertezas de uma adolescente que não quer mudar mais uma vez de país, abandonar tudo o que ela conhece e a descoberta do que realmente é o amor. Com um pai ausente, por mais que ela negue tal fato, viver apenas com a mãe e a irmã fez com que algo sempre faltasse em sua vida, pelo menos até o retorno de Jamie para o Japão.

Jamie, Sophia e Mika eram inseparáveis. Um pouco antes de Jamie se mudar do Japão, Sophia e ele tiveram um sério desentendimento, algo que a chateou imensamente. A volta de Jamie em sua última semana era tudo o que ela não precisava, ou pelo menos era o que ela achava. O retorno de Jamie com certeza dificultaria ainda mais a sua despedida, mas por motivos completamente diferentes do que ela imaginava.

Como uma pessoa apaixonada pela cultura japonesa, esse livro foi uma leitura ainda mais especial. A autora realmente consegue nos passar o modo de vida na terra do sol nascente, todas as diferenças entre as nossas culturas, a dificuldade que os personagens tiveram para se adaptar a um país tão diferente aos seus de origem, isso tudo com o encantamento e peculiaridades típicas do Japão.

O romance nesse livro foi uma das coisas mais encantadoras que eu já tive a oportunidade de ler. O ciúme pode criar um mal-entendido e separar dois amigos. O amor e a amizade podem criar um laço que nem um oceano conseguiria separar. Ou, eu espero sinceramente que não. Assim como em muitas outras histórias, esse livro me fez virar a última página desejando uma continuação.

“Adeus, Tóquio!” é um livro sobre pessoas vivendo em outras culturas, se adaptando a outros países, fazendo amizades, compreendendo sua família, entendendo os seus sentimentos e conhecendo o verdadeiro amor. É como uma montanha russa de sentimentos vividos em apenas sete dias. Eu embarcaria nessa montanha russa novamente a qualquer momento.
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Sombras do Espaço

| 17 agosto 2017 | Nenhum comentário:
Após descobrir que seu planeta era manipulado por seres extraterrestres, e que os mesmos não passavam de humanos que nunca vieram viver na Terra, Skylar deixa o seu planeta, sua família, seus amigos e parte com Win para o espaço, para destruir de uma vez por todas a ferramenta que permite que os kemyanos manipulem a vida no seu planeta.

O primeiro livro da série “Ecos do Espaço” é genial. Com todas as viagens no tempo, manipulação do passado com mudanças no presente e no futuro, seres de outros planetas e um grupo rebelde que deseja acabar com todos esses absurdos, somos apresentados a essa narrativa que, no segundo livro, nos leva literalmente para o espaço.

A autora, Megan Crewe, nessa sequência, narra como vivem os humanos em uma estação espacial, desde que seu planeta natal foi destruído. A maioria dos humanos ali acreditavam que os humanos que viviam na Terra fossem completamente inferiores, portanto, não havia problemas em mudar a sua história, em manipularem as suas vidas, em criar acontecimentos que não poderiam ser desfeitos e que afetariam a vida de todos.

Skylar não poderia entrar facilmente na estação, portanto, seus companheiros a levaram como animal de estimação de Jule, um dos membros do grupo rebelde. Ele era rico o suficiente para poder ter um terráqueo como bicho de estimação, algo comum para os kemyanos, e poderia mantê-la em segurança. Esse “papel” revoltou Skylar, porém, ela teria que passar por isso, para que nenhum outro humano tivesse que se sujeitar a esse papel, e a coisas piores. Além disso, apesar de ela ter sentimentos por Win, morar com Jule também poderia ser muito interessante para o seu coração.

É realmente revoltante ver a forma como os kemyanos tratam os humanos que vivem na terra, principalmente por sabermos que todos pertencem à mesma espécie. A autora não mediu esforços para passar o quanto as pessoas que viviam na Terra estavam à mercê dos caprichos de um povo que tratava nosso planeta como um grande aquário, que estava ali apenas para ser observado a manipulado por qualquer um.

Nesse livro, os rebeldes estão mais perto do que nunca de terminar a arma que poderia destruir o gerador de campo temporal, o que acabaria de vez com as manipulações na terra. Porém, o fato de haver um traidor entre eles, poderia colocar tudo a perder.

A narrativa é centrada no relacionamento entre Skylar e Jule, a protagonista descobrindo como a Terra é considerada inferior pelos Kemyanos e a busca pelo traidor, tudo isso culminando em um final de outro mundo. Se teve um momento em que realmente me faltou ar, foi no final do livro.

“Sombras do Espaço” amplia o leque de fatos apresentados no primeiro livro. Não posso sequer começar a imaginar como o que aconteceu aqui pode ser solucionado, só posso dizer que esse final me deixou em pânico para ler logo o terceiro livro.
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Grey

| 16 agosto 2017 | Um comentário:
“Esse risco sempre existiu com alguém como ela, não? Uma pessoa boa, inocente e corajosa. O risco de que ela não visse quem eu realmente sou até ser tarde demais. De que eu a faria sofrer desse jeito.”

Christian Grey é um empresário muito bem-sucedido, mas que tem uma vida particular que chocaria a muitos. Ele só conhece um tipo de relacionamento com mulheres, e esses não envolvem flores e bombons. Ele conhece a dor melhor que o amor e espera o mesmo de suas parceiras. Quando ele conhece Anastacia Steele, alguém completamente diferente do seu estilo de vida, talvez ele estivesse disposto a correr atrás dessa pessoa, para que ela realizasse todos os seus desejos e começasse a mudar um pouco o modo como ele levava a vida e os seus relacionamentos.

Quem gosta da série, vai encontrar o personagem exatamente como nós o conhecemos, com os seus fantasmas, suas obsessões, seus medos e suas angustias. A autora não mudou o personagem que nós já conhecemos, ela conseguiu manter o mesmo temperamento, a mesma paixão e a mesma loucura que faz com que os leitores se apaixonem por ele.

Para quem é fã da série “Cinquenta Tons de Cinza”, “Grey” é uma leitura indispensável. Estar dentro de uma mente tão perturbada quanto a de Christian é incrível, além de conhecer mais sobre o seu passado.
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Dory

| 14 agosto 2017 | Um comentário:
“Continue a nadar...”

Ela não tem uma boa memória, mas tem um coração enorme. Como não amar esse peixinho azul que nos encanta a cada aparição?

É engraçado como em certos filmes o protagonista não é o personagem mais apaixonante. O personagem título é um fofo, mas não aparece durante grande parte do filme. Seu pai, que parte em busca do filhote perdido, é um super exemplo de família, mas quem realmente rouba todas as cenas é aquela que nem se lembra porque estava ali.

Dory pode ser apenas um peixe que esquece em questão de minutos qualquer coisa que tenha acontecido, mas é simpática, amiga, hilária e divertida o suficiente para ser especial, para ser a nossa Personagem da Semana.
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Dumplin’

| 13 agosto 2017 | Nenhum comentário:
É complicado viver em uma pequena cidade onde o concurso Miss Jovem Flor do Texas é o grande ápice do ano inteiro, como se todos vivessem por aquele momento, sua mãe sendo responsável pelo concurso, e uma antiga vencedora, quando o seu próprio corpo não representa exatamente o de uma Miss. Quando um garoto lindo entra em cena, as coisas só tendem a piorar.

Willowdean está muito acima do peso que é considerado esteticamente bonito para a nossa sociedade. Apesar disso, ela vive bem com ela mesma, e com o seu corpo, até um certo garoto começar a prestar atenção nela. Bo, seu colega de trabalho, por muitos meses foi sua paixão secreta. Ele era lindo, todas as garotas queriam estar com ele, mas, por um motivo que Will não entendia, ele parecia muito interessado nela. Depois do primeiro beijo, tudo o que nunca a incomodou em seu corpo começou a fazê-la se questionar quando Bo iria reparar em todas as suas imperfeições, a deixando completamente insegura. Devido a esse momento, por conta de sua insegurança e para querer se provar, mesmo contrariando qualquer histórico do concurso, Will resolve se participar do Miss Jovem Flor do Texas e talvez encontrar as respostas que tanto a afligiam, ou mostrar para todos que ela podia ser tão especial quanto qualquer garota com um manequim “perfeito”.

Esse livro é muito mais real do que qualquer romance adolescente que estamos acostumados a ler ultimamente. A autora, Julie Murphy, não criou uma personagem linda que se sente tão insegura que só consegue ver os seus defeitos. Ela criou uma personagem que pode ser qualquer leitora que segurar esse livro nas mãos para começar a ler. Qualquer uma de nós que não é realmente perfeita, seja pelas nossas gordurinhas a mais, altura, algum problema de nascença, olheiras, espinhas... ela criou uma personagem que não é perfeita para os padrões da sociedade, e que não precisa mudar para agradar alguém, muito menos a si mesma.

A protagonista sempre se sentiu segura e feliz com ela mesma, até Bo finalmente prestar atenção nela e deixar claro que queria algo a mais, além deles serem colegas de trabalho. Ele era lindo, uma cara que poderia ter qualquer garota que quisesse, por isso ela não entendia como ele poderia tocá-la, sentir sua barriga saliente, os culotes em suas costas e não sair correndo.

Estamos tão acostumados a ler livros com romances entre estudantes em que ambos são lindos, por mais que a protagonista se recuse a aceitar tal fato, que é incrível encontrar uma obra onde a autora trabalhe realmente com aquilo que a pessoa é por dentro. A personagem principal está longe de qualquer padrão estético de beleza, sempre sofre bullying por isso e resolve participar de um concurso onde ela seria completamente repudiada. Esse livro vai muito além do romance, ela fala sobre preconceitos, sobre aceitar o outro como ele é e, principalmente, sobre aceitar você mesmo.

A capa é perfeita. Simples, mas consegue representar exatamente do que se trata a narrativa. As fotos da autora na última orelha são encantadoras, demonstrando o quanto a autora se inspirou em si mesma para criar uma personagem que, mesmo não sendo esteticamente perfeita, pode ser alguém muito feliz.

“Dumplin’” é uma obra que faz com que nós, pessoas reais, com defeitos e imperfeições, realmente possamos nos identificar com alguém que está encontrando o seu lugar no mundo, exatamente como ela é. Seja no amor, em um concurso ou na escola, todos tem o seu lugar de direito, todos merecem ser respeitados e temos que lutar por isso.

Visite o site da Editora Valentina.
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Eu Te Darei o Sol

| 08 agosto 2017 | 2 comentários:
“Afinal, quem sabe? Quem sabe alguma coisa? Quem sabe quem está no controle? Ou o quê? Ou como? Quem sabe se o destino é apenas como você conta para si mesmo ou a história da sua vida?”

Noah e Jude eram gêmeos inseparáveis. Eles quase sentiam que eram uma única alma dividida em dois corpos. Porém, mesmo uma ligação tão forte pode ser fragilizada pelas diferenças, pelo egoísmo, pela raiva e por uma grande tragédia.

Só posso resumir esse livro em uma palavra: genial. A autora construiu uma trama simples, a história de dois irmãos que precisam aprender com os seus erros, porém, as personalidades dos protagonistas são tão peculiares, tão únicas e tão bem desenvolvidas, que eu me sentia, não como se eu tivesse passando por aquelas páginas, mas como se aquelas páginas estivessem passando por mim. Quase não consigo descrever o que é conhecer Noah e Jude e acompanhar a sua história. Espero que cada leitor tenha essa oportunidade.

Sabe aqueles livros que você começa a ler despretensiosamente, sem esperar muito, e termina sentindo que sua vida mudou de alguma forma? “Eu Te Darei o Sol” se encaixa muito bem nesse quesito. Tenho certeza que vocês vão amar nossa Dica dessa semana.
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Meu Querido Meio-Irmão

| 06 agosto 2017 | 2 comentários:
Greta jamais imaginou que sua mãe se casar novamente poderia mudar toda a sua vida, até ela descobrir que seu padrasto era pai de um garoto de sua idade, e que ele viria morar em sua casa. Sua intenção era recebê-lo bem, fazer com que ele se sentisse bem-vindo, porém, era impossível lidar com alguém tão implicante, grosso e perverso quanto aquele meio-irmão, até que ele começasse a despertar nela sentimentos que nunca haviam passado por seu corpo, ou seu coração.

Quando comecei a ler esse livro não esperava o quanto a autora se aprofundaria na história e em seus personagens. Penelope Ward vai muito além na sua narrativa do que nos passam a sinopse ou a capa do livro. Apesar de ser uma obra voltada para o público adulto, a história não se resume a isso, muito pelo contrário. Temos dois personagens muito bem desenvolvidos, com sentimentos que extrapolam as páginas e com caminhos que nos prendem, emocionam e nos levam por cada capítulo em direção a algo fantástico.

Elec nunca teve um relacionamento bom com o seu pai, mas sempre cuidou de sua mãe, que ainda amava o ex-marido e sofria terrivelmente com isso. Para a mãe poder se tratar, sem precisar se preocupar com ele, o protagonista aceita morar com o pai, mas com o intuito de transformar seus dias em um martírio. Ele tenta arduamente seu intento, mas, ao conhecer Greta, seria impossível maltratar tanto a pessoa mais gentil e bondosa que ele já conheceu. Ao mesmo tempo, seria impossível namorar a filha daquela que trouxe tanto sofrimento para sua mãe. Ele sabia que ela não aguentaria mais uma decepção em sua vida.

Greta não consegue disfarçar o que sente por Elec e, uma noite de amor, é tudo o que ela consegue antes dele ir embora. Ela entende os seus motivos, a razão deles não poderem ficar juntos, mas isso não diminui o seu sofrimento. Anos depois, quando o seu padrasto morre, e eles voltam a ser reencontrar, seus sentimentos estão mais vivos do que nunca, ela o ama como nunca amou ninguém, porém, ao chegar acompanhando, Elec prova que seguiu em frente, mas nem sempre um grande amor pode ser esquecido tão facilmente.

Esse livro realmente me prendeu a cada página. Muito mais do que cenas de sexo, o que sugere muito a capa do livro, essa narrativa é feita de sentimentos intensos, um amor que nasceu da forma mais bonita possível, entre duas pessoas que dificilmente poderiam ficar juntas, pois o destino sempre cuidava para colocar alguma pedra em seu caminho.

Por ser narrado do ponto de vista de Greta, seus sentimentos são sempre mais transparentes e perceptíveis que os de Elec, porém, a autora nos presenteia com capítulos muito especiais ao final de livro que, de uma forma única, podemos entender e nos surpreender com o outro lado dessa história. Com revelações que ninguém poderia prever, somos bombardeados com todas as emoções de Elec, seus medos, dúvidas e o quão grande pode ser o seu amor.

“Meu Querido Meio-Irmão” é um livro encantador. Dois personagens apaixonantes nos conduzem por essa história de medos, incertezas, superação e amor. Elec e Greta entraram facilmente para a minha lista de casais favoritos e tenho certeza que entrará para a sua também.
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Redenção de um Cafajeste

| 03 agosto 2017 | Um comentário:
Maiana era uma mulher lutadora, que batalhava para terminar a faculdade e manter sua casa, apesar das moradoras não merecerem todo o seu esforço. A mãe e a irmã acreditavam que apenas conhecendo um homem muito rico seria possível que elas mudassem de vida, deixassem de ser pobres. Por essa razão, Maiana conheceria um homem diferente de qualquer um que ela imaginaria para a sua vida, mas que entraria totalmente em seu coração, sem pedir licença.

Juliane, irmã de Maiana, conhece Arthur, após achar que ele tinha sido o homem que havia batido cruelmente em sua irmã. Ele se encanta por ela à primeira vista e, como muitas outras mulheres que passaram por sua vida, ele precisava tê-la em sua cama, a qualquer custo. Maiana se sente muito atraída por aquele homem confiante e lindo, porém, jamais ficaria com um homem que tivera um caso com sua irmã, a não ser que a mesma “aprovasse”, e ele se mostrasse disposto a ser mais que um caso em sua vida.

A autora, Nana Pauvolih, começa seu livro trazendo uma fórmula já bem conhecida em narrativas desse gênero. Um homem rico e muito atraente, que não estava interessado em relacionamentos sérios e uma garota ingênua, que se apaixona perdidamente. Apesar de ser um ponto de partida já bem conhecido, não posso dizer que seja um tema já ultrapassado, exatamente pelo fato desse tipo de histórias ainda prenderem leitoras a cada página, nos fazendo torcer por um final feliz.

Maiana vive com uma família que você se pergunta o motivo pelo qual ela suporta aquela vida. A mãe e a irmã claramente não a amam, ou se importam com o seu bem-estar. A protagonista aguenta aquele sofrimento, mas até certo ponto. Quando tudo desmorona e ela percebe até onde a sua “família” pode chegar para finalmente subir na vida, é quando ela consegue abrir os olhos e seguir o seu próprio caminho.

Arthur é um homem que aprendeu com a sua avó que o amor só traz sofrimento. Que todas as mulheres são interesseiras e que só querem arrancar tudo o que puderem, até deixarem aquele que as amou com tanto carinho sem rumo, sem esperanças. Essa criação fez com que o protagonista fosse um homem fechado, que não deixava ninguém entrar realmente em sua vida, para não sofrer como o pai sofreu com sua mãe. Ao mesmo tempo, vivendo pela primeira vez o amor, ele não conseguia decidir se ouvia os conselhos de sua avó ou acreditava na mulher que amava. Esse fato criou todos os conflitos e desencontros durante a narrativa, que consegue mostrar bem o quanto uma pessoa pode mudar, se fortalecer ou se tornar um ser miserável por conta do amor.

“Redenção de um cafajeste” consegue ser um livro encantador, além de forte e sensual. Os protagonistas estão aprendendo, cada um à sua maneira, o que é o amor, o quanto é possível sofrer, criar algo muito maior do que apenas um casal, e perdoar, tudo regado com esse belo sentimento.
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Neo

| 31 julho 2017 | 4 comentários:
Quem não se apaixonou por esse personagem tão fantástico, protagonista de um filme genial até hoje? Se “Matrix” revolucionou muitas coisas no cinema, “Neo” nos apresentou a um mundo surreal, mas fantástico, que poderia estar acontecendo agora, a nossa volta.

“Neo” vivia em um ambiente de realidade virtual chamado Matrix. As máquinas dominaram os seres humanos, e a maioria deles vive nesse lugar sem ao menos suspeitar que aquilo não é real, mas não o nosso escolhido. Ele sabe que existe algo errado, e por isso é salvo pelos últimos humanos livres, que lutam pela sua sobrevivência.

Esse é um personagem fantástico. É sempre fácil amar pessoas normais, que são jogadas no meio de uma disputa pelo poder e conseguem se tornar o centro daquilo, mesmo sem nunca terem almejado algo assim, apenas pelo fato de evoluírem e aprenderem a cada ponto da história.

Sempre fui apaixonada por essa trilogia e por seu protagonista. Interpretado por Keanu Reeves (como não amar?), nosso Personagem da Semana também é um ícone dos grandes sucessos do cinema. Lugar muito merecido.
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Anime Friends 2017

| 30 julho 2017 | 4 comentários:


Nos dia 7, 8 e 9 de julho aconteceu o evento mais esperado do ano para os fãs da cultura japonesa. O Anime Friends 2017 foi marcado por grandes atrações, nacionais e internacionais, um público animado e vestido como seus personagens favoritos, além de estandes com atrações fantásticas.

Esse ano, pela primeira vez o evento foi no Transamerica Expo Center. A mudança do local de realização do evento melhorou de forma sem precedentes a qualidade do mesmo. Sem precisar ficar ao ar livre, como era no Campo de Marte, enfrentando chuva e sol, com estandes espalhados de forma muito mais atrativa e com mais possibilidades, o evento cresceu em profissionalismo e estrutura para os fãs.

Com destaque para as bandas internacionais Asian Kung-Fu Generation, Blanc 7 e Do As Infiniti, o palco principal ficou lotado, com fãs eufóricos a espera dos seus ídolos.

Os concursos de cosplay estavam de tirar o fôlego. Grandes apresentações, roupas confeccionadas com perfeição e cenários repletos de possibilidades, devido a possibilidade do uso de um telão para as apresentações.

O Anime Friends 2017 foi um evento inesquecível para os fãs. Repleto de atividades que nós amamos e novidades incríveis, mal posso esperar por 2018.

Confira as fotos e um vídeo especial do evento:

















































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